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Thursday, August 06, 2015

REGIÃO BAIRRADINA
Edição de 05/08/2015

QUEM CABRITOS VENDE E CABRAS NÃO TEM…DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL VEM?

1 - ÚLTIMO EPISÓDIO DO COMBATE À CORRUPÇÃO

Como é do conhecimento geral, para além das greves e manifestações de contestação à implementação do programa traçado pelo PS de Sócrates & Costa e aceite pela “troika”, o Tribunal Constitucional tornou-se num grande aliado da Oposição para dificultar a ação do Governo de Passos Coelho. Se levarmos em conta, que desde o início, Tózé Seguro que dizia querer “libertar-se da sombra do seu camarada Sócrates”, apesar de aprovar todas as suas leis no Parlamento onde era deputado”; e mais tarde António Costa, estes dois protagonistas brilharam ao lado de comunistas e bloquistas na obstrução a tudo que era decidido para cumprir o acordo, pelo governo de Passos Coelho. Quanto ao Tribunal Constitucional, apenas se preocupou em fazer cumprir a Constituição aprovada há 40 anos por deputados que se esqueceram que o “cofre deixado por Salazar” denominado “paraíso de 1974” podia um dia tornar-se “num pesadelo para os portugueses”. Ora, como as forças armadas se tornaram num dos “grandes sorvedouros do erário público”, não estão disponíveis para pegar em armas em “defesa dos portugueses”, porque essa missão está a ser desempenhada pelos grandes defensores da “Bíblia Republicana”, que o mesmo é dizer, tudo o que seja “entrar-lhe nos bolsos” é “chumbado”. De tal modo, se anda por aí a dizer que há uma “doença em Portugal” que dá pelo nome de “corrupção”, mas que ninguém está disponível para a combater, porque a “D. Constituição” não o permite. Face às dificuldades económicas e financeiras e à “engorda” que se tem verificado por esse país além, os partidos da coligação do Governo a terminar a missão de “salvar Portugal” da “terceira bancarrota socialista”, aprovaram uma lei de combate à dita, mas que pela segunda vez, levantou “dúvidas” ao Presidente da República Cavaco Silva, que de imediato a enviou ao Tribunal Constitucional, o qual, no último episódio, decidiu mais uma vez, “chumbar o enriquecimento injustificado”. Será que ficaram “afectados” com os comentários dos seus colegas do combate à “engorda por meios ilícitos” nas redes sociais ao citarem o célebre ditado popular de “quem cabritos vende e cabras não tem…do Tribunal Constitucional vem”?

2 – PASSOS COELHO RESPONDE À PLATEIA DA TVI

Tal como havia acontecido com António Costa, Passos Coelho submeteu-se às questões colocadas pelos convidados da TVI. Neste contacto, encontrava-se “infiltrado” um dirigente do Bloco de Esquerda que não tendo dificuldades de maior na vida, apesar de ter estado emigrado no Brasil, onde se encontra Fernando Tordo por certo bem, com a venda da sua canção “tourada”, um êxito nos tempos que correm, além-mar. Regressando ao frente-a-frente, o IVA da restauração foi uma das bandeiras dos convidados da TVI que como se sabe, António Costa irá reduzir, ao inverso de Passos Coelho, peremptório em garantir que manterá a taxa em vigor, caso venha a ser governo. Compreendeu as dificuldades no sector nestes últimos tempos, mas como o aumento não se traduziu nos preços, mas na falta de dinheiro dos clientes habituais; o mesmo iria acontecer em sentido contrário, se a taxa fosse reduzida, pelo que a compensação, será feita através da redução do IRC. Já no que respeita à TSU, como o PS tem uma visão diferente para a sua sustentação, uma vez que irá reduzir as taxas de desconto em 6% e isto é um problema muito sério e grave, que por ceto vai afetar o futuro dos portugueses, é assunto para debater e resolver por todos os partidos no próximo Parlamento.

3 - PROGRAMA DE GOVERNO DA MAIORIA…É PARA COSTA UM “SACO CHEIO DE PAPEIS”

Depois da presença de Passos Coelho na TVI o programa de Governo da maioria era aguardado com alguma expetativa pelos partidos da Oposição e com mais acuidade por banda do PS que há muito deu a conhecer o que vai fazer logo que vença as eleições. Para quem acompanha a situação, as linhas mestras da maioria já haviam sido comunicadas aos credores que nos emprestaram a massa para sair do “buraco”, que como se sabe ainda se mantém, enquanto não for paga a fatura. De qualquer modo, o programa foi divulgado e como era de esperar, apesar de se saber que a devolução dos descontos para a crise, será feita nos próximos quatro anos, enquanto o PS o fará em dois; o IVA da restauração mantém-se nos 23%, enquanto o PS o baixará para 13%; na Segurança Social. o PS irá baixar 3% aos trabalhadores e 3% às entidades patronais, porque contava que o Governo lhe ia oferecer de bandeja a “regularização do défice de cerca de 700 milhões”, a maioria tem uma proposta para os descontos serem obrigatórios até um montante a estabelecer com os restantes partidos e parceiros sociais depois das eleições e os que ganharem para além desse valor, poderão investir noutras instituições que lhes dêem garantias de aumento das suas pensões de reforma.
Estas propostas caíram como um balde de água fria na Oposição e no PS em especial. Daí que a reação de António Costa, tenha sido a “manchete na imprensa nacional” com esta saída: “O programa da Coligação peca, porque não tem as contas feitas” e por isso: “é um Saco Cheio de Palavras”.
Ora, como de “sacos cheios de promessas está o inferno cheio”, desejamos aos prezados leitores, proprietários, funcionários e colaboradores do Região Bairradina excelentes férias “neste verão quente”, que por certo se prolongará até ao Outono que se avizinha.



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